Aceito este desafio de forma a desafiar-vos a viver a vida com mais leveza.
Noto que, cada vez mais, as pessoas estão nervosas com o desconhecido, com a incerteza e com o risco.
O desconhecido do agente imobiliário, a incerteza de saber se aquela é A CASA e o risco de meter as minhas poupanças “naquele aglomerado de tijolo”.
No entanto, gosto de ver as coisas de uma forma diferente: o desconhecido do agente que um dia poderá vir a ser meu amigo, ou o desconhecido do agente que está a agilizar o processo de encontrar o meu futuro lar.
Gosto da incerteza porque me faz pensar ainda mais e questionar o que é para ser meu e o que não está destinado a ser para mim. A minha bisavó costuma dizer que: “O que é nosso está guardado”, e essa frase irá confortar-me no meio de tanta incerteza.
Gosto do risco porque é ao meter-me em certas posições que me deixam desconfortável ou com frio na barriga que irei aprender e ganhar outro “andamento”, ou jogo de cintura, com as surpresas que a vida nos proporciona.
Embora só tenha 21 anos e esteja naquela fase em que as pessoas acham que já tenho tudo planeado ou tudo sob controlo, gosto de ver esta fase como a fase do “e se der certo?” ou “se for para ser, será”. Isso não quer dizer que não devemos lutar para alcançarmos os nossos objetivos.
Dentro de dois meses, irei encerrar um dos melhores ciclos da vida de um ser humano ,o tempo de estudo (VOU TER O MEU DIPLOMAAAAAA) mas irei começar o tempo do risco, da incerteza e do desconhecido, que é a vida adulta.
Com esta crónica, peço a todos os leitores que vivam a vida e que não a vejam como um problema, mas como uma janela de soluções e de oportunidades.
No imobiliário, a mesma coisa: espero que vejam os consultores como uma oportunidade de encontrarem aquilo a que irão chamar lar/porto seguro.
Beijinhos a todas as pessoas que aguentaram até aqui 😊
















